A foto que está aí ao lado é apenas ilustrativa, porque é exatamente sobre o município de Ijui que quero refletir, mas diretamente sobre a funcionalidade das rotatórias. O relato que ouvi está semana por conta de uma colisão violenta ocorrida na rótula da rua das chácaras com a josé gabriel é digno da afirmação, "Por um triz". O motorista de um chevet, vizinho meu, contou-me o seguinte. "Eu chegava na rótula a mais ou menos 15 Kmh, olhei para os dois lados e não avistei nada. Ingressei e quando quis reagir era tarde. Meu carro foi atingido por um gol que vinha pelo menos as 80Kmh, felismente fui atingido no lado do caroneiro, se não, não estaria aqui para contar a história. VI A MORTE DE PERTO". A batida segundo ele foi tão violenta que o Chevet teve perda total, se transformou num L, como se diz na giria. O rapaz, um trabalhador como muitos, tem hoje um corte na testa, outro nas costas e está com o joelho esquerdo inchado, sem contar a dor na coluna pelo impacto, e o trauma. "A primeira coisa que me veio a cabeça foi meus dois filhos"
A pergunta é. Quem tem preferência na rótula? Porque muitos motoristas quando estão numa via com rotatória não entendem que a partir da colocação da interseção, tal via deixa de ser preferencial. Talvez pudessemos repensar a possibilidade de colocação de redutores de velocidade antes das rotatórias.
Este é um motorista que sobreviveu para de certa forma fazer um alerta.
Chegamos a um ponto em que campanhas de conscientização e conhecimento sobre regras de trânsito não bastam mais.
Esta é uma questão para ser discutida por todos, literalmente, não vamos esperar uma tragédia acontecer.
Me ajudem...
A. Brito.